adolescente encontrado morto num prédio da vila

mãe do presumível homicida

“A D. Susana tem que pagar, entre aspas, um bocado, a culpa dela nisto do filho”, porque a “D. Susana hoje passa por mim na rua e baixa a cara, porque sabe aquilo que fez, sabe aquilo em que participou (o que é que quer dizer com isso?) Mais não digo. Ela sabe”.






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“Vou até ao fim”

“O que me choca mais é perceber a aflição que o Filipe teve na morte. Deito-me e imagino o meu filho a ser pontapeado, a cair no chão, a ficar inanimado (…) Será que chorou?”





Então, o porquê daquela morte?


um monstro”






“Eu quero o meu filho”


“De manhã levanto-me e vou ao cemitério. Na minha casa, a erva é até ao quintal. Já nem vou. As roupas são sempre as mesmas. A vida está parada no ato do crime do Filipe”.

“Eu quero o meu fillho. E, às vezes, existe esta impotência que é ‘eu quero o meu filho’ (diz fortemente emocionada). Eu não quero opinar na vida de ninguém. Eu queria o meu filho. Estou à espera que o meu filho suba estas escadas, me veja – às vezes sem saber que eu cá estava- e diga ‘oh, estás aqui! Olha quem está aqui!’”


“Eu gostava que houvesse um telefonema do céu, do Filipe, só a dizer ‘tou, mãe’”.