A ministra reconheceu que “não é fácil” aprovar um diploma em que são previstos aumentos salariais de 3.000 para 4.224 euros e, noutras situações, de 7.000 para 8.274 e até de 8.000 para 10 mil euros

“Com estes montantes em cima da mesa, o processo não se simplifica”, enfatizou Paula Teixeira da Cruz, acrescentando: “Perante todo este cenário e as dificuldades que os portugueses sentem, estas medidas de aumento salarial não têm qualquer correspondência com a realidade.



"Não posso concluir o processo se as exigências continuarem nestes patamares"


“Farei tudo para concluir o processo, mas não posso concluir o processo se as exigências continuarem nestes patamares. Nem o país perceberia isto”, disse Paula Teixeira da Cruz na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.








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