A "maioria" dos meios que combatem o incêndio que deflagrou na segunda-feira à tarde em Gondar, Caminha, estão "posicionados" para defender um aglomerado habitacional no lugar de Vila Verde, em Riba de Âncora, disse à Lusa a proteção civil.

"Temos a maioria dos meios posicionados no terreno para defender as casas. A população está calma e pronta a ajudar", afirmou o segundo comandante do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), Robalo Simões.

Aquele responsável explicou que se trata da frente de fogo "mais intensa", adiantando que a operação de combate se reveste de "alguma complexidade" face às previsões, a partir das 00:00, do aumento da intensidade do vento.

"Temos os meios suficientes no terreno para combater as chamas", sustentou aquele responsável.


De acordo com o 'site' da Autoridade de Proteção Civil, o incêndio mobilizava, às 23:25, 162 homens e 49 viaturas dos bombeiros voluntários de Vila Praia de Âncora, Caminha, Vila Nova de Cerveira, Viana, Força Especial de Bombeiros, e os Grupos de Reforço para Incêndios Florestais (GRIF), de Braga e Vila Real.

As chamas deflagraram cerca das 16:03 numa zona da mato, entre as freguesias de Gondar e Dém, naquela vila do Alto Minho, na sequência de um incêndio numa viatura que circulava na A28, autoestrada que liga o Porto a Vilar de Mouros.

O automóvel, que circulava no sentido sul-norte da A28, ficou completamente destruído pelo incêndio, mas não provocou vítimas. As causas do incidente ainda são desconhecidas.

No entanto, o incêndio da viatura acabou por se alastrar à zona de monte junto àquela autoestrada e provocou um fogo nas imediações da estrada.

Robalo Simões adiantou que os acessos "não sendo ótimos são razoáveis" e sublinhou que as beneficiações realizadas nas estradas por onde passou o Rali de Portugal, a semana passada, "têm facilitado o trabalho dos bombeiros".

A segunda frente ativa, situada em Gondar/Orbacém, nas proximidades da A28, "é de média intensidade".

Robalo Simões adiantou que a situação naquela frente está a ser acompanhada pela concessionária daquela autoestrada, e pela GNR para determinar a necessidade de um eventual corte na circulação automóvel.

O automóvel, que circulava no sentido sul-norte da A28, ficou completamente destruído pelo incêndio, mas não provocou vítimas. As causas do incidente ainda são desconhecidas.

No entanto, o incêndio da viatura acabou por se alastrar à zona de monte junto àquela autoestrada e provocou um fogo nas imediações da estrada.

Segundo a página da Autoridade de Proteção Civil, é o único incêndio ativo no país.