“No regime normal, o padrasto e a madrasta eram os últimos a ser chamados. Ora aqui não. Aqui, passam a ser os primeiros a ser chamados porque passam a ter um acordo de regulação de responsabilidades parentais. Eu acho que a pergunta chave é: será que este é o âmbito adequado para reconhecer a importância à figura afetiva da madrasta e do padrasto? Será que não faria sentido dar-lhes um reconhecimento autónomo como é dado aos avós, por exemplo?”, questiona Marta Costa.