Segundo o comunicado, “devem ser proporcionadas aos médicos internos, nos limites das disponibilidades, as condições necessárias a essa evolução e não utilizá-los nos serviços de urgência, prejudicando a sua restante atividade assistencial e formativa, como ao nível do internamento, consulta ou bloco operatório”.

A Ordem dos Médicos garante que “nunca aceitará, em circunstância alguma, que, ao horário normal de formação de um interno, possam ser retiradas 18 horas por semana para serviço de urgência, independentemente da possibilidade de prestação de serviço extraordinário fora do período normal de trabalho”.