Vale e Azevedo pediu esta quarta-feira a nulidade do acórdão da Relação de Lisboa, que manteve a pena de 10 anos de prisão por apropriação de verbas do Benfica, branqueamento de capitais, abuso de confiança e falsificação de documento.

O recurso à decisão da 5.ª Secção Criminal do Tribunal da Relação de Lisboa, datada de 3 deste mês, foi entregue esta quarta-feira pela advogada de João Vale e Azevedo, Luísa Cruz, justificando à Lusa que «o acórdão recusou novos elementos de prova».

A mandatária de Vale Azevedo considera que o antigo presidente do Benfica «foi julgado à revelia, em total violação da lei», pela 3.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa, que o condenou a uma pena única de 10 anos de prisão, a 2 de julho do ano passado.