O Juízo de Grande Instância Criminal condenou, a penas que variam entre os quatro e os seis anos de prisão, os três arguidos acusados do rapto de um cidadão, ocorrido na Amadora, a 10 de agosto de 2013, foi divulgado.

Segundo a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), ficou provado que os arguidos, visando obter um resgate dos familiares da vítima, a agarraram nas traseiras do Centro Comercial Babilónia, na Amadora, numa estação de autocarros, durante o dia, levando-a para o rés-do-chão de um prédio em Massamá, onde a mantiveram em cativeiro, sujeitando-a a ameaças e agressões físicas, até 13 de agosto.

A vítima acabou por ser libertada, sem que os raptores tivessem recebido o resgate (8.900 euros), depois de uma promessa de entrega parcial daquele valor e de posterior pagamento do restante.

O principal arguido foi detido pela Polícia Judiciária, no dia da libertação da vítima, e ficou em prisão preventiva, o mesmo sucedendo aos restantes dois arguidos após investigação da Unidade Nacional Contra-Terrorismo (UNCT) da Polícia Judiciária.

O inquérito correu na quarta secção do Departamento de Investigação e Ação Penal de Sintra.