«Os progressos alcançados em algumas destas doenças incentivam-nos a não desistir e a unir esforços. Há que partilhar responsabilidade e iniciativas entre as políticas públicas de cada país, os doentes ou seus representantes, profissionais de saúde, investigadores e também empresas farmacêuticas», disse, elogiando a realização da iniciativa.

A terminar, a primeira-dama elogiou a associação Raríssimas e alertou para as dificuldades que terá que ultrapassar.

«Estes projetos são difíceis e as dificuldades não terminam, antes crescem todos os dias, porque o seu funcionamento é exigente. Desejo que este barco consiga ultrapassar os problemas, os tempos não vão ser calmos», concluiu.