"A central está completamente obsoleta. É uma bomba relógio que temos para a região do interior e para Portugal", disse à agência Lusa o responsável pelo núcleo da Quercus de Castelo Branco, Samuel Infante.




"Há um risco sério de ocorrerem incidentes e não vemos qualquer iniciativa por parte do Governo. Temos feito alertas e parece que deste lado da fronteira (Portugal) não existe problema", adiantou.








"Em Espanha, não foram postos e não se está a exigir isso até ao ano 2016 ou mais tarde. Enquanto isso, as centrais continuam a funcionar, incluindo a de Almaraz, que não tem sistemas de ventilação filtrada", salientou.