Segundo o sindicato, a atual situação "atinge pessoal de todas as carreiras e começa também a afetar o moral e o normal exercício da função de comando e a colidir com alguns dos principais valores institucionais e deontológicos”.




“O Governo e a tutela não podem pautar o seu comportamento e as suas decisões por critérios eleitoralistas, fundados na vontade de evitar a contestação pública dos polícias e de cumprir agenda, tentado aprovar, a todo o custo, um mau estatuto no final de legislatura, desconsiderando as consequências dessas mesmas decisões para o futuro da PSP”, lê-se no manifesto dos oficiais, no qual classificam a tutela de “atípica e errática”.


“Tal facto é grave, inédito e representa um desrespeito inaceitável, não apenas pelo diretor nacional e pela direção nacional da PSP, mas por todos os polícias e pela instituição”, refere o SNOP, acrescentando que maioria dos sindicatos da PSP não conhece a proposta do estatuto.