Cerca de meia centena de inspetores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) protestaram esta segunda-feira junto ao Ministérios das Finanças e depois da Economia por um estatuto de carreira.

Munidos de buzinas, bandeiras e de um caixão de madeira, os inspetores, que cumprem um dia de greve, exigem uma valorização da carreira porque dizem ser trabalhadores de uma “inspeção low cost”.

Durante o protesto, os dirigentes sindicais do Sindicato Nacional dos Profissionais da ASAE e da Associação Sindical dos Funcionários da ASAE foram recebidos no Ministério da Economia e entregaram um manifesto nas Finanças.

Governo escuta a ASAE está em luta” era uma das palavras de ordem ouvidas no protesto, ao mesmo tempo que os manifestantes empunhavam cartazes onde se podia ler “o estatuto é um direito de todos” e “1.200 diplomas para 230 inspetores”.

Além da valorização da carreira, os inspetores da ASAE exigem um regime de horário de trabalho que reconheça o caráter de disponibilidade permanente e o reconhecimento e devida proteção dos riscos associados às funções.

De manhã, o dirigente da Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESAP) apontava para uma adesão à greve a rondar os 80 por cento.