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O advogado esclareceu ainda que a lei não faz qualquer distinção quanto à sexualidade dos implicados, o que faz com que qualquer cônjuge ou unido de facto possa passar “a exercer conjuntamente com o pai e com a mãe essas responsabilidades”.

 

“Aqui aproxima-se da figura da coadoção, mas só não é porque não é estabelecido o vínculo de filiação”.

A lei permite que quando o progenitor de uma criança não possa exercer as responsabilidades paternais, em caso de invalidez, prisão, desaparecimento ou morte, estas sejam atribuídas às madrastas ou aos padrastos. É assim privilegiada a relação afetiva e não um laço familiar.

 

“No fundo vem permitir que o menor não seja afastado da sua realidade quotidiana, mantendo-se a cuidar do menor alguém com o qual já estabeleceu uma relação afetiva”.