Um recluso incendiou o colchão da cela que partilhava com outro preso, este sábado, na prisão do Linhó,  segundo confirmou a TVI. A ocorrência acabou por obrigar a que dois guardas prisionais e um recluso fossem assistidos no hospital. A Direção Geral de Reinserção e Serviços já abriu um processo de averiguações.

“Informa-se que, sábado dia 12 de maio, se registou uma única ocorrência  com fogo quando um recluso do Estabelecimento Prisional do Linhó incendiou o colchão da cela que ocupava com outro companheiro. Situação que foi imediatamente debelada pelos elementos da vigilância e com os meios próprios do estabelecimento prisional”, lê-se em nota enviada à TVI.

O mesmo comunicado esclarece ainda que quando um dos presos estava a ser assistido “teve uma crise convulsiva” que levou a que uma  médica do INEM e dois guardas prisionais fossem “atingidos”.

 “Um recluso e os guardas foram deslocados a hospital do Serviço Nacional de Saúde, tendo todos tido alta após serem observados”, esclarece a Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, que adianta ainda que foi instaurado um processo de averiguações.

A Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais acrescenta ainda, que, no mesmo dia, um “recluso do Estabelecimento Prisional do Linhó, ao ser detetado na posse de um telemóvel, tentou desfazer-se do objeto e que os dois guardas presentes, na tentativa de apanhar o telefone, se magoaram”.

O recluso foi imediatamente colocado em medida cautelar de confinamento enquanto decorre o competente processo disciplinar.