"Dois doentes mantêm-se sob suporte ventilatório e com prognóstico reservado, um mantém-se nos cuidados intensivos mas com evolução positiva e três apresentam-se estáveis, sem suporte ventilatório há mais de 24 horas", refere o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) de Castelo Branco em comunicado enviado à agência Lusa.

Segundo o documento, a instituição continua sem dispor de "informações adicionais" sobre o químico envolvido na intoxicação.

Na quarta-feira, a ULS de Castelo Branco divulgou que se mantinham seis reclusos internados no Hospital Amato Lusitano (HAL), cinco dos quais estavam sob respiração assistida e que apenas um estava sem suporte ventilatório há mais de 24 horas.

Adiantou ainda que não dispunha de informações adicionais sobre o químico envolvido na intoxicação.

A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) informou na segunda-feira que a hospitalização dos reclusos da prisão de Castelo Branco está a ser investigada pela Polícia Judiciária de Coimbra e pelo Ministério Público.

A Procuradoria-Geral da República já abriu um inquérito ao caso ligado à entrada ilegal de substâncias no Estabelecimento Prisional de Castelo Branco.