«As pessoas foram condenadas e são prisioneiras, mas merecem alguma dignidade. Iremos denunciar junto da direção-geral [Direção geral de Reinserção e Serviços Prisionais] as condições em que estas pessoas aqui vivem, que não são as melhores», disse o presidente da associação, José Alho, aos jornalistas, à saida da prisão alentejana.