A prisão de Évora, onde o ex-primeiro-ministro José Sócrates está em prisão preventiva, «está sobrelotada» e as condições em que vivem os reclusos «não são as melhores», afirmou esta segunda-feira a Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG/GNR).

Uma delegação ASPIG/GNR visitou esta segunda-feira de manhã o Estabelecimento Prisional de Évora e teve um encontro com elementos da GNR e de outras forças de segurança que ali se encontram detidos, não tendo participado o antigo chefe de Governo socialista.

«As pessoas foram condenadas e são prisioneiras, mas merecem alguma dignidade. Iremos denunciar junto da direção-geral [Direção geral de Reinserção e Serviços Prisionais] as condições em que estas pessoas aqui vivem, que não são as melhores», disse o presidente da associação, José Alho, aos jornalistas, à saida da prisão alentejana.