O incêndio que destruiu hoje os armazéns de uma fábrica de azeite em Abrantes vai ser investigado pela Polícia Judiciária (PJ), por ter envolvido diversas explosões causadas por latas pressurizadas, disse à Lusa fonte da PSP.

"O local está isolado e a PJ fará no sábado, durante o dia, a investigação sobre este incêndio para apurar as causas do que poderá ter estado na sua origem", disse a mesma fonte.

O incêndio, de causa "desconhecida até ao momento", teve início às 17:50 e estava dado como "dominado às 18:23", estando "circunscrito a um dos armazéns", tendo provocado uma coluna de fumo negro, visível a quilómetros de distância.

"A fábrica estava desativada, não há feridos a registar e o que esteve a arder foram "sprays" de azeite", disse à Lusa, por sua vez, fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém.

A carga inflamável existente no armazém, pelas "latas pressurizadas de gordura para untar, em spray" foi ardendo até terminar o combustível, em situação que demorou cerca de 30 minutos.

O incêndio, e respetivo rescaldo, foi dado como extinto às 18:51. No local estiveram 31 operacionais das corporações de bombeiros de Abrantes, Constância, Sardoal e Vila Nova da Barquinha, auxiliados por 11 viaturas.