"Aproveitando as debilidades emocionais da vítima e fazendo crer que estava impossibilitado de entregar a viatura face a dificuldades económicas momentâneas por que passava, arquitetou um segundo plano de apropriação de valores, convencendo, agora, a vítima a associar-se em investimentos de risco que lhe garantiriam lucros avultados, factos que motivaram sucessivas transferências bancárias".






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