As concentrações de pólenes no ar vão estar em níveis muito elevados em todas as regiões de Portugal continental nos próximos sete dias, segundo o Boletim Polínico da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica.

Entre 21 e 27 de abril, a região de Lisboa e Setúbal, tal como o Alentejo e  Algarve vão ter “níveis muito elevados”, com predomínio dos pólenes da oliveira, azinheira, carvalho e pinheiro, e das ervas urtiga, parietária, gramíneas, tanchagem e azedas.

Já para as regiões de Trás-os-Montes e Alto Douro e de Entre Douro e Minho concentrações muito elevadas, com predomínio dos pólenes dos pinheiros, carvalhos e bétulas, além dos ciprestes e de ervas como a urtiga e gramíneas, parietária e tanchagem.

Em Castelo Branco, na região da Beira Interior, os pólenes também se encontram em níveis muito elevados, com destaque para os pólenes dos carvalhos e pinheiros e das ervas gramíneas, tanchagem, azedas e urtiga.

O comunicado da Sociedade Portuguesa de Alergologia , refere ainda que na região da Beira Litoral, distrito de Coimbra, o perigo virá dos pólenes do pinheiro, carvalho e bétula e das ervas parietária e urtiga.

Ao contrário das regiões do continente, os pólenes estarão em níveis baixos nos Açores e na Madeira, predominando os pólenes do pinheiro e das ervas urtiga, gramíneas e parietária.

A alergia ao pólen é causa frequente de manifestações alérgicas, que podem ser do aparelho respiratório (asma e rinite alérgica), dos olhos (conjuntivite alérgica) ou da pele (urticária e eczema).

O Boletim Polínico efetua a divulgação semanal sobre os níveis de pólenes existentes no ar atmosférico recolhidos através da leitura de vários postos que fazem uma recolha contínua dos pólenes em várias regiões do País.