“A Ordem dos Médicos promoveu um debate para discutir estas questões que tem a ver com a necessidade de um mais conveniente e abrangente uso do plasma português. Não é aceitável desperdiçar, quando se tem um quantidade que permite ao país ser autossuficiente”, afirmou.




“O tratamento do sangue é oneroso, implica custos que é necessário que alguém financie. Sendo a doação um ato benévolo terá que haver um componente financeiro no circuito, que deve ser controlado e reverter em beneficio de dadores e recetores”, afirmou.


“Há um emissor e um recetor que não devem ser onerados, mas no meio há todo o circuito que tem custos”, sublinhou.


A posição da Ordem sobre a venda de plasma

“Se essa doação benévola pudesse reverter para o SNS e para a saúde dos portugueses, não vejo qualquer problema de ética. Os doadores sentir-se-iam mais confortáveis de saber que, além de benefício direto, haveria um benefício indireto”, defendeu.





A doação de sangue por homossexuais