Maria José Morgado alerta que os cortes na Administração Pública aumentam o risco de haver funcionários corruptos e aumentam o défice. A diretora do Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa diz ainda que a falta de meios na Polícia Judiciária chega a ser humilhante.

Maria José Morgado considera ainda que a austeridade está a destruir a Administração Pública e o estado democrático. Morgado diz ainda que os governantes portugueses deviam descer mais vezes aos balneários, para governarem com base no país real.