Os cinco carteiristas do elétrico 28 de Lisboa detidos pela PSP na quarta-feira ficaram em prisão preventiva, indicou esta sexta-feira a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL).

Segundo a PGDL, os cinco arguidos são acusados da prática reiterada de crimes de furtos qualificados de bens transportados por passageiros de transportes públicos em Lisboa, designadamente no elétrico 28.

A PGDL adianta que foram recolhidos «fortes indícios» de que os cinco arguidos «agiam sistematicamente em grupo, visando subtrair carteiras e outros bens a passageiros de transportes públicos em zonas turísticas da cidade de Lisboa, com principal incidência nas carreiras dos elétricos 28 e 28-E da Carris».

Os arguidos dedicavam-se a esta atividade criminosa e viviam «exclusivamente» dos seus resultados, além de agirem em grupo com «técnicas especialmente ardilosas de forma a nunca serem surpreendidos em flagrante delito».

Segundo a PGDL, os arguidos praticaram cerca de 15 crimes de furto qualificado entre junho de 2013 e abril de 2014.

Os cinco carteiristas, que se encontram em prisão preventiva, foram detidos PSP na quarta-feira, em cumprimento dos mandados de detenção emitidos pelo Ministério Público.