“O setor social vai fazer o levantamento de toda a rede que tem, de todas as disponibilidades que tem para fazer um acolhimento, para tratar da alimentação, para tratar da ligação à escola, da ligação ao setor da saúde e também da integração, da formação e do ensino de português”, afirmou Mota Soares aos jornalistas, no final de uma reunião de coordenação do setor social, no Porto, que contou com a presença dos presidentes da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) , da União das Mutualidades Portuguesas e da União das Misericórdias Portuguesas.


“Efetivamente é [o setor social] quem tem uma rede social ao longo de todo o país que tem capacidade de resposta sobre esta matéria. Para nós é fundamental envolver o setor social, aproveitar até a disponibilidade, a boa vontade que o setor social demonstrou”, frisou Mota Soares.














“Estamos a procurar ver quais as instituições, e sei que há muitas, que têm capacidade de alojamento, de apoio na alimentação e vestuário, de apoio para a associação de refugiados à escola, à saúde e para a integração comunitária”, afirmou.