Cerca de 1.500 militares apoiados pelos blindados Pandur participam entre hoje e o dia 31 de julho no exercício anual da Brigada de Intervenção que decorre em Murça e Vila Real, anunciou esta unidade do Exército.

A presença dos militares tem maior visibilidade na vila de Murça, espalhando-se ainda pelas zonas de Fiolhoso e São Domingos, bem como na área de Vila Real.

Neste exercício participam cerca de 1.500 militares e diversas tipologias de meios materiais, onde se destaca a viatura blindada de rodas pandur II 8x8, a qual qualifica a Brigada de Intervenção como a ¿Força blindada de rodas¿.

O exercício «Dragão 13» tem como objetivo «treinar e testar a capacidade de planeamento, comando e controlo da Brigada de Intervenção, avaliando deste modo a capacidade operacional desta brigada».

No terreno transmontano, os militares vão desenvolver missões e tarefas típicas das operações de apoio à paz e que o Exército tem vindo a desenvolver nas diversas operações que tem realizado.

Ou seja, realizarão operações de patrulha, reconhecimentos ou operações de vigilância.

Porque se trata de um exercício, nestas atividades os militares irão deparar-se com forças de cenário que irão criar dificuldades e situações que as forças no terreno terão que resolver.

De acordo com a fonte, o exercício tem como referencial um ambiente operacional baseado no quadro da conflitualidade atual, semelhante ao vivido no teatro de operações do Kosovo, caracterizado pela "sua elevada complexidade".

Em simultâneo e inserido no «Dragão 13» irá decorrer o exercício «Pristina132», que corresponde ao exercício final de aprontamento do 2.º Batalhão de Infantaria, unidade que, em setembro, irá ser projetada para o teatro de operações do Kosovo.

Esta iniciativa servirá também para testar a capacidade operacional desta unidade, conta a Lusa.