Destes, “a esmagadora maioria fá-lo-ia no caso de terem uma doença cujos tratamentos possam afetar a fertilidade e cerca de 70% preservaria a sua fertilidade tendo em vista o adiamento da parentalidade por opção”.






“Aproximadamente metade dos homens e das mulheres indica, incorretamente, que o SNS não autoriza qualquer tratamento de FIV”.




Segundo o estudo, “as mulheres pensam ser mães do primeiro filho, em média, aos 32,3 anos, existindo 50% que tencionam sê-lo com menos de 31 anos”.