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«A sua lógica parece ser essencialmente de recolha de receitas», observa, sublinhando, porém, que para as taxas moderadoras serem uma «contribuição significativa» no orçamento da saúde (em 2012, 1,7%), as taxas teriam de atingir «elevados níveis, que seriam politicamente inviáveis e que afetariam fortemente o acesso aos cuidados de saúde».










Portugal gasta menos em saúde por habitante do que a média europeia