“Não há, de facto, nesta matéria, finitude para a necessidade de recursos. Vamos ter mais recursos do que nos exercícios anteriores, mas vamos sobretudo ser muito mais exigentes e mais criteriosos nas escolhas”, afirmou.


“Os recursos serão sempre poucos, serão sempre aquém das necessidades de um país que envelhece, que empobrece e que tem as pessoas com quadros de morbilidade cada vez mais complexos”, considerou.





Centro de controlo de despesas do SNS detetou 160 ME de erros