a diretora da OCPM, Eugénia Quaresma, citada pela agência Lusa. 






“É necessário que a população saiba quem acolhe, pois a população quer ter a certeza de que são pessoas que efetivamente precisam e procuram um país pacífico para reconstruir as suas vidas, viver em paz até ao dia em que, eventualmente, tenham condições para regressar”, observou Eugénia Quaresma.