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“O testamento vital é completamente diferente. Enquanto ainda estou com as minhas capacidades cognitivas de consciência e capacidade de decisão, eu antecipar, se assim o desejar, as minhas orientações medicas, perante uma provável situação em que eu não tenha esse poder de tomada de decisão”, explica.



Na verdade Manuel Luís Capelas considera que “não é surpreendente que só 1,4 % o tenha feito. O que é surpreendente é que só 22 % das pessoas saiba o que é”.







“Os profissionais de saúde apenas contribuem para esta informação em cerca de 3%”, o que é, na opinião do professor, manifestamente pouco. “O principal veículo de transmissão de informação têm sido os órgãos de comunicação social” e isso não chega.