"Estou muito feliz porque consegui o meu objetivo, que era o de melhorar o tempo do ano passado, e reduzi esse tempo de resposta de 42,5 para os 33,6. Foi muito bom e foi mesmo o melhor tempo mundial, de entre todos os participantes da edição deste ano", disse hoje à agência Lusa o jovem estudante da escola secundária de Abrantes, resultado que atribuiu ao "trabalho e ao treino".


"A vitória do ano passado deu-me estímulo para fazer mais exercícios e treinei mais para esta edição do que para o do ano passado. Mas 12 segundos de diferença é muito tempo, sim."






"O João Bento tem uma velocidade cálculo mental inacreditável, desde pequeno que demonstrava ter esta capacidade, que é inata", disse à Lusa o pai de João Bento, Jorge Bento, tendo observado que o seu filho "é um aluno mediano, um pouco nervoso, mas muito metódico."

"Obter o recorde da prova em todos os escalões e dar 12 segundos de avanço ao segundo classificado do seu escalão, é revelador do seu potencial. Este ano trabalhou mais, preparou-se melhor, e obteve este resultado fantástico. É inacreditável e estou muito satisfeito, por ele, mas ao mesmo tempo algo apreensivo, porque não sei quem o possa ajudar a ir mais além."




"O jantar foi bom. Se me convidar, vou outra vez."