O Ministério Público (MP) acusou hoje quatro arguidos pela prática de crimes de burla qualificada de cerca de três milhões de euros da Federação dos Produtores Florestais de Portugal - Conselho Nacional da Floresta.

Segundo a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), a queixa-crime foi apresentada pela Federação dos Produtores Florestais de Portugal - Conselho Nacional da Floresta contra ex-dirigentes da estrutura, um deles indiciado também de falsificação de documentos.

A PGDL refere que «os ilícitos foram cometidos no quadro da apropriação de quantias relativas a fundos atribuídos para gestão florestal sustentável, no período compreendido entre 2005 a 2008».