As autoridades francesas não encontraram sinais de crime quando localizaram o camionista português que se encontrava desaparecido desde 4 de agosto. O secretário de Estado das Comunidades adiantou que Manuel Gonçalves estava morto desde 5 de agosto e que a morte terá ocorrido por «causa natural».

Em declarações à TVI24, os bombeiros de Perpignan explicaram que o «cadáver não apresentava sinais de violência». Os bombeiros receberam um alerta de que um camião estava estacionado há vários dias num parque na Autoestrada 9, em Village Le Catalan, a 15 quilómetros da fronteira com Espanha.

«Encontrámos um homem na casa dos 50 anos. O corpo estava em adiantado estado de decomposição», disse à TVI24 fonte dos bombeiros de Perpignan. A mesma fonte acrescentou que «o camião tinha as cortinas corridas».

À TVI, fonte próxima da família adiantou que recebeu da polícia a informação de que Manuel Gonçalves terá falecido devido a «causas naturais».

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, adiantou à TVI24, que o consulado de Toulouse, e não de Marselha como inicialmente foi indicado, contactou o Instituto de Medicina Legal. O corpo foi autopsiado esta terça-feira, tendo os resultados da autópsia apontado para morte «por paragem cardíaca».

O camionista de Braga estava desaparecido desde 4 de agosto e foi encontrado morto, esta terça-feira, dentro do camião, confirmou fonte da Polícia Judiciária.

Manuel José Gonçalves tinha saído da Noruega a 31 de julho, rumo a Barcelona. À TVI24 a família de Manuel Gonçalves relatou os últimos contactos.

O último contacto telefónico que manteve com familiares registou-se a 4 de agosto, estando desde então incontactável.

A Polícia Judiciária emitiu um alerta internacional para o desaparecimento, através do programa «Sirene».

Notícia atualizada