João Braga Gonçalves, antigo gestor da Universidade Moderna que acabou absolvido no processo judicial daquela universidade, morreu esta madrugada, em Lisboa, e o seu velório realiza-se na quinta-feira, na Igreja de São Francisco Xavier, no Restelo.

Fonte familiar adiantou à agência Lusa que o velório decorre na Igreja de São Francisco Xavier, no alto do Restelo, em Lisboa, a partir das 17:00, seguindo-se na sexta-feira, pelas 12:00, uma missa de corpo presente, após a qual segue para o crematório do Cemitério dos Olivais.

João Braga Gonçalves, que morreu aos 52 anos, na sequência de um cancro, foi um dos protagonistas do primeiro escândalo com uma universidade privada em Portugal, que envolveu figuras destacadas da sociedade e da política e guerras entre fações maçónicas.

No âmbito do processo Moderna, que entre outros arguidos contou com o seu pai, o reitor José Júlio Gonçalves, e o seu irmão José Braga Gonçalves, João Braga Gonçalves esteve dois anos e meio em prisão preventiva e, após quase dois anos de julgamento, foi condenado a uma pena de dois anos e três meses de prisão, mas acabou absolvido, em recuso, pelo Tribunal da Relação de Lisboa.

João Braga Gonçalves foi diretor de Marketing da Universidade Moderna e, após o mediático processo, dedicou-se à área da restauração, que assumia perante os muitos amigos como “uma paixão”.