Apesar dos esforços para encontrar o pescador morreu este sábado, depois de ter caído ao mar, numa falésia no Guincho, Cascais, tal ainda não aconteceu.

O homem, de 56 anos, estava acompanhado do sobrinho, com cerca de 20 anos, que deu o alerta às 16:56.

As autoridades estiveram a efetuar buscas no local para localizar o corpo, mas estas têm-se revelado infrutíferas devido ao estado revolto do mar, com ondas de cerca de três metros. Este domingo as buscas já decorrem desde as 7:30.

O sobrinho e os familiares, que estão a receber acompanhamento psicológico, têm estado todo o dia no local.

Conforme explicou o comandante Pereira da Terra, da Capitania do Porto de Cascais, à TVI24, o homem foi surpreendido pelo mar numa zona que é considerada "perigosa" para a pesca lúdica.

 Admitimos que o corpo possa ter sido desviado para sul ou para o exterior e apanhado por alguma corrente oceânica que o transporte para norte (…) estamos a fazer o melhor que conseguimos com os meios que temos disponíveis”, disse.

O responsável reconhece que “o período crítico” foi este domingo e que, inevitavelmente, ao final do dia as buscas serão interrompidas e toda a gente abandonará o local.

Amanhã continuaremos buscas de certeza, não com tantos meios, provavelmente, mas vai depender da análise que fizermos” acrescentou o comandante.

No local estiveram, no sábado, os Bombeiros de Cascais, a Autoridade Marítima, a Polícia Marítima de Cascais e a Polícia de Segurança Pública (PSP).

A manutenção dos alerta face à grande ondulação na costa portuguesa não estão a facilitar o trabalho.