O Panteão Nacional alberga os restos mortais de algumas das mais importantes personalidades da história de Portugal. A escolha deste local como última morada significa uma “homenagem”.

O monumento foi inaugurado como Panteão Nacional a 7 de dezembro de 1966.


É aqui que estão os restos mortais de políticos como Teófilo Braga, Sidónio Pais, Manuel de Arriaga, Óscar Carmona, escritores como João de Deus, Almeida Garrett, Guerra Junqueiro e Sophia de Mello Breyner Andersen e a fadista Amália Rodrigues.

Legenda de cima para baixo e da esquerda para a direita:
(Eusébio, Amália Rodrigues, Sophia de Mello Breyner Andersen, Aquilino Ribeiro, Óscar Carmona, Humberto Delgado, Guerra Junqueiro, Sidónio Pais, Teófilo Braga, Manuel de Arriaga, João de Deus, Almeida Garrett, Pedro Álvares Cabral, Nuno Álvares Pereira, Vasco da Gama, Infante Dom Henrique)

No corpo central monumento, em cenotáfios, homenageiam-se Nuno Álvares Pereira, o Infante Dom Henrique, Afonso de Albuquerque, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral e Luís Vaz de Camões. E também o general Humberto Delgado, opositor do Estado Novo. 

A fadista Amália Rodrigues, falecida em outubro de 1999, foi a primeira mulher a ter honras de Panteão Nacional, tendo a trasladação ocorrido em julho de 2001. 

No ano passado, foi a vez do corpo da escritora Sophia de Mello Breyner Andresen, falecida em 2004.

Antes, o último a receber as honras, tinha sido o escritor Aquilino Ribeiro, falecido em maio de 1963. Foi trasladado em setembro de 2007.