O grau de dependência do idoso passa a determinar a comparticipação, cujo valor mínimo sobe de 70 para 75%. E se até aqui esse valor não podia ir além dos 85% do rendimento, a partir de agora pode chegar aos 90%.



Um idoso sem autonomia que receba, por exemplo, 505 euros mensais de pensão e não tenha outro rendimento passa a pagar 454 euros por mês no lar ou instituição onde vive, quando antes pagava 429 euros. Isto é, um aumento máximo de 5%.