O principal suspeito da Operação Fénix voltou para prisão preventiva. Eduardo Jorge Lopes Santos Silva, sócio-gerente da empresa SPDE - Segurança Privada e Vigilância em Eventos, Lda., tinha passado para prisão domiciliária depois do advogado de defesa ter recorrido da primeira condenação.

O Ministério Público recorreu após a prisão preventiva ter sido revogada e a decisão foi conhecida esta quinta-feira. 

A acusação sustenta que este arguido seria o líder do grupo que se dedicava à prática de atividades ilícitas relacionadas com o exercício de segurança privada

Eduardo Jorge Lopes Santos Silva está indiciado de, a coberto da atuação legal da sociedade SPDE, ter montado uma estrutura que, com recurso à força e à intimidação, lhe permitiu dominar a prestação de serviços de segurança em estabelecimentos de diversão noturna em vários pontos do país.