O Ministério da Saúde anunciou esta quarta-feira que o fundo para investigação clínica vai estar operacional a partir de janeiro do próximo ano, com um capital de base de um milhão de euros, mas aberto a doações.

Este fundo tinha já sido anunciado e deveria ter ficado disponível há cerca de três meses.

Hoje, o secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Leal da Costa, admitiu que a demora em torno da publicação do diploma que cria este fundo tem sido um «exercício de paciência».

Leal da Costa falava durante a III Conferência Economia e Financiamento em Saúde, uma iniciativa do Diário Económico, que hoje decorre em Lisboa.

Este fundo para a investigação clínica será constituído por dinheiros públicos e não comunitários, via Autoridade Nacional do Medicamento, à semelhança do que já acontece noutros países da Europa.