O secretário de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza confirmou, esta quarta-feira, a entrada em vigor da portaria que extingue a taxa cobrada nas caminhadas realizadas em áreas protegidas.

«Esse era um constrangimento real para quem queria fazer atividades em áreas protegidas, que deixou de existir, e bem», afirmou Miguel de Castro Neto.

Falando à agência Lusa, à margem de uma visita que hoje realizou a Penafiel, o governante explicou que a portaria significou que «houve um conjunto de taxas que foram abolidas e outras revistas em baixa».

«Isto era um problema que já existia há bastante tempo, que o Ministério do Ambiente tinha assumido o compromisso de resolver. Estamos com uma conjuntura económica e financeira complicada, por isso a alteração demorou um pouco mais do que se previa», explicou.

Miguel de Castro Neto acrescentou à Lusa que a taxa «não tinha uma expressão financeira significativa», mas representava «um efeito nefasto e uma restrição ao desenvolvimento e usufruto das áreas protegidas».