Os meteorologistas preveem para esta segunda-feira, primeiro dia de 2018, "chuva fraca no Minho", alguma nebulosidade no Norte e Centro e poucas nuvens no Sul do país.

A previsão do Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) refere "céu geralmente muito nublado, apresentando-se temporariamente
pouco nublado na região Centro até ao início da manhã" e "períodos de chuva fraca no Minho, que se poderá estender às
restantes regiões a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela".

O vento soprará "fraco a moderado (inferior a 25 km/h) do quadrante oeste, soprando moderado a forte (até 40 km/h) nas terras altas".

Nas regiões do Sul, a previsão aponta para "céu pouco nublado ou limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade no Alto Alentejo entre o meio da manhã e o meio da tarde", com "vento em geral fraco do quadrante norte" e uma "descida da temperatura mínima".

Grande Lisboa e Grande Porto


Na área da Grande Lisboa, as previsões apontam para "céu pouco nublado, apresentando temporariamente períodos de maior
nebulosidade a partir da manhã", com "vento em geral fraco do quadrante oeste" e uma "descida da temperatura mínima".

No Grande Porto, prevê-se "céu geralmente muito nublado", com "períodos de chuva fraca ou chuvisco a partir da manhã, mais
prováveis até final da tarde" e "vento fraco a moderado (inferior a 25 km/h) predominando de sudoeste". Haverá também uma "descida da temperatura mínima".

Agitação no mar

Dez distritos do continente estão sob aviso amarelo até terça-feira devido à agitação marítima, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

O IPMA lançou o aviso amarelo (o terceiro numa escala de quatro) para os distritos do Porto, Faro, Setúbal, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Beja, Aveiro, Coimbra e Braga, para onde estão previstas ondas de noroeste entre quatro a cinco metros.

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) recomendou à população em geral “que se abstenham da prática de passeios junto à costa e nas praias, bem como da prática de atividades lúdicas nas zonas expostas à agitação marítima, sendo essencial que assumam uma postura preventiva não se expondo desnecessariamente ao risco”.

Aos pescadores lúdicos de pesca à cana aconselhou “cautela, evitando pescar junto a zonas de arriba nas frentes costeiras atingidas pela rebentação das ondas”.

Caso exista absoluta necessidade de se deslocar até à orla costeira, deverá manter-se uma atitude vigilante e ter sempre presente que, nestas condições extremas, o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras”, acrescentou.