Serviço do Instituto de Meteorologia vai continuar

Secretário de Estado assegura que integração da entidade no Instituto do Mar e da Atmosfera

Por: tvi24 / SM    |   7 de Outubro de 2011 às 15:23
As funções do Instituto de Meteorologia, importantes para várias áreas, estão garantidas e na nova estrutura serão valorizados os recursos existentes e tentadas parcerias com outras entidades, como universidades, disse esta sexta o secretário de Estado do Mar.

Manuel Pinto de Abreu participou na cerimónia dos 65 anos do Serviço Meteorológico Nacional e salientou «não haver dúvidas da continuidade deste serviço».

No final da sessão, o governante explicou aos jornalistas que estão a decorrer os trabalhos para definir estatutos e competências do Instituto do Mar e da Atmosfera, onde se vai integrar o Instituto de Meteorologia e o IPIMAR (instituto de investigação da área do mar e pescas).

O objectivo é «valorizar o que existe e não replicar serviços», como no caso dos laboratórios, onde deverá optar-se por centralizar determinada actividade em que existe capacidade instalada. O exemplo referido por Manuel Pinto de Abreu é o trabalho de cálculo, já desenvolvido no Instituto de Meteorologia e que deverá permanecer.

No seu discurso, o presidente do Instituto de Meteorologia, Adérito Vicente Serrão, recordou a importância da actividade da instituição e a qualificação dos seus técnicos, apesar da redução de 30 por cento do efectivo nos últimos oito anos.

As actividades e serviços desenvolvidos, reflectindo avanços tecnológicos e científicos, «quase fazem esquecer as dificuldades orçamentais e de recrutamento de novos recursos humanos» que «limitaram em alguns casos a expansão e condicionaram as condições necessárias a uma perfeita operacionalidade», apontou.

O secretário de Estado realçou o valor do trabalho do Instituto de Meteorologia, mas reconheceu que «não vai ser fácil aumentar o quadro de pessoal», devido à crise económica vivida no país.
PUB
Partilhar
EM BAIXO: Sol
Sol

COMENTÁRIOS

PUB
BES: «Não encostei uma pistola à cabeça de ninguém»

«Fala-se do buraco, do buraco, do buraco no meu mandato... Apresentem-me números». Ano e meio depois de sair, ex-presidente do BESA diz que a carteira de crédito cresceu ainda mais, com outros a liderar o banco. Quanto à garantia do Estado angolano, afirma que caiu por culpa do Banco de Portugal. Já sobre os créditos em si, assume a responsabilidade por tê-los pedido, mas quem autorizou foi o BES: «Não encostei uma pistola à cabeça de ninguém». Há alguma contradição nas suas explicações sobre onde é que, afinal, pára o dinheiro dos polémicos créditos que desapareceram