Já não estava a decorrer a aula de vela quando o menino de oito anos morreu afogado, na segunda-feira, no porto de Oeiras. Quem o garante é Rafael Luís Salgueiro, presidente do conselho de administração Oeiras Viva. 

A empresa Oeiras Viva, responsável pelo programa de férias promovido pela câmara municipal de Oeiras, garante que durante a aula de vela as sete crianças tinham o colete salva-vidas posto.  

"O sucedido foi após a atividade. Já tinham arrumado as embarcações e, sem explicação, no momento do regresso para o almoço, na contagem faltava um miúdo. Não foi durante a atividade, todos eles estavam devidamente fardados com os coletes e após arrumar as embarcações é que houve o desaparecimento"

A explicação foi dada por Rafael Luís Salgueiro, presidente do conselho de administração Oeiras Viva. 

A câmara municipal garante que o monitor de vela é um instrutor experiente. A fatalidade deixou em choque colegas, monitores e familiares, que estão agora a receber apoio psicológico.  

A polícia marítima ouviu várias testemunhas no local. As filmagens recolhidas pelas câmaras e todas as provas  serão agora enviadas para o Ministério Público.

O corpo da criança foi levado para o Instituto de Medicina Legal, em Lisboa, onde vai ser autopsiado.