logotipo tvi24

Notas de acesso aos cursos de Medicina desceram

Média mais baixa foi de 17,8 valores na Universidade dos Açores

Por: Redacção / SM    |   2012-09-09 00:50

As notas de acesso aos exigentes cursos de Medicina desceram todas este ano, com a mínima a situar-se nos 17,8 valores na Universidade dos Açores, segundo o Ministério da Educação e Ciência. Essa foi a nota do último aluno admitido no curso Ciclo Básico de Medicina em Ponta Delgada.

As notas mais altas - 18,35 valores - verificaram-se nos cursos das escolas da Universidade do Porto: Faculdade de Medicina e o do Instituto de Ciências Médicas Abel Salazar. No ano passado, a nota no Instituto Abel Salazar tinha sido 18,55 e na Faculdade de Medicina, 18,63.

A Universidade do Minho, com 18,25 valores, teve a segunda nota mais alta de acesso, mesmo assim duas décimas a menos que no ano passado.

Em Lisboa, o curso da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa teve nota de entrada de 18,05 (no ano passado foi 18,2) e o da Universidade Nova de Lisboa de 17,95 (18,12 em 2011).

Quanto a Coimbra, 18,13 foi a nota mínima de acesso ao curso na Faculdade de Medicina, menos 0,25 pontos do que em 2011.

Na Universidade da Beira Interior entraram alunos com 17,9 valores e na Universidade da Madeira a nota mínima para cursar Medicina foi este ano de 17,88 valores.

Nos cursos de Medicina, que ficaram já totalmente preenchidos, entraram 1517 alunos. No total, entraram este ano na primeira fase do concurso de acesso ao ensino superior 40.415 alunos, de um total de 45.078 candidatos.

Partilhar
EM BAIXO: Estudantes
Estudantes

Dois distritos sob aviso amarelo devido a tempo quente
Veja as previsões para esta sexta-feira
Arquivado inquérito à tragédia do Meco
Ministério Público concluiu que se tratou de um acidente e que não pode ser imputada qualquer responsabilidade criminal ao único sobrevivente, João Gouveia
Orhan Pamuk distinguido com o Prémio Europeu Helena Vaz da Silva
Escritor turco recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 2006
EM MANCHETE
BES poderá recorrer à ajuda do Estado
A TVI sabe o banco está a ponderar um reforço de capital e uma das hipóteses serão os 6 mil milhões de euros que o Estado ainda dispõe
Ricardo Salgado disposto a colaborar com a justiça
BES deve assumir 800 milhões de dívida do GES