Um novo estudo da Universidade Nova de Lisboa indica que cerca de 10% dos portugueses não vão ao médico e 16% deixam de comprar medicamentos prescritos devido às dificuldades financeiras.

Segundo a TSF, que teve acesso à publicação, o estudo traça os primeiros índices de eficácia e qualidade do Serviço Nacional de Saúde.

Quase metade dos portugueses consideram que o estado de saúde afeta a qualidade de vida e produtividade no trabalho, diz o estudo, mas ainda assim, 11% admitem que as receitas não são aviadas muitas vezes por falta de dinheiro.

No ano passado cada português faltou em média cinco dias ao trabalho, o que perfaz um prejuízo de dois mil milhões de euros, por via dos salários, quando o orçamento para a saúde é de nove mil milhões.