O vento forte está a condicionar o movimento no Aeroporto da Madeira – Cristiano Ronaldo. Só até às 17:30, uma dezena de chegadas e o mesmo número de partidas tiveram de ser cancelados. Na quinta-feira, a ANA tinha alertado para este tipo de constrangimentos durante o fim de semana. 

Fonte portuária indicou à Lusa que “divergiram três aviões”, um da Lufthansa proveniente de Frankfurt e outro da TAP (1687), que foram para Lisboa, e um da Niki oriundo de Berlim, que foi para Tenerife, nas Ilhas Canárias. Os voos cancelados são da Iberia, da Binter e Transavia.

"Um dos aviões que divergiram de manhã para a ilha do Porto Santo conseguiu depois aterrar na Madeira”, o voo da Edelweiss Air de Zurique.

Os voos da Transavia de Lyon (França) e da Arke Fly de Amesterdão (Holanda) foram cancelados.

Algumas “abertas” nestas condições meteorológicas têm permitido diversas aterragens e descolagens.

O Governo Regional da Madeira apelou a todo o setor do turismo e à Associação Comercial e Industrial do Funchal (ACIF) para a necessidade de uma “solução concertada” para responder à situação de previsão de condicionamento no aeroporto da ilha.

Numa nota divulgada na região, a secretaria da Economia, Turismo e Cultura madeirense defendeu a necessidade de preparação de “uma resposta articulada” para evitar “as situações que se viveram recentemente” no aeroporto da Madeira que “abone a favor dos passageiros e da imagem do destino” turístico.

Nos dias 24 e 25 de julho, os movimentos de aterragens e descolagens estiveram condicionados devido ao vento forte, o que levou ao cancelamento de 22 voos. Cerca de 8.000 pessoas ficaram em terra.

Só 24 dos 54 programados conseguido aterrar na Madeira, enquanto oito tiveram de divergir para os aeroportos das Canárias, Porto Santo e Porto.

Apenas 18 aviões conseguiram fazer-se à pista aproveitando algumas “abertas” nas condições meteorológicas, uma situação que afetou milhares de passageiros.