O mau tempo dos últimos dias provocou algumas derrocadas e a queda de duas árvores no Parque Nacional Peneda-Gerês, mas sem registo de "ocorrências significativas", situações já resolvidas, disse esta segunda-feira uma fonte do Ministério do Ambiente.

Em resposta a questões da agência Lusa acerca das consequências do mau tempo nas áreas protegidas, o Ministério liderado por João Matos Fernandes avançou que "não há registo de ocorrências significativas" sendo o parque nacional o único com situações apontadas.

As condições meteorológicas dos últimos dias, com forte precipitação e vento, foram responsáveis por "uma pequena derrocada de terras e a queda de uma árvore na Portelinha/Castro Laboreiro" já resolvida pela junta de freguesia, explicou o Ministério.

A derrocada registada na zona de Soajo, em Vilarinho das Quartas, deveu-se a uma bolsa de água que se terá desprendido, e, segundo o Ministério, "já estará a ser tratada pelo município de Arcos de Valdevez".

No domingo, caiu um cedro na zona da Preguiça, no Gerês, entretanto removido, de acordo com o Ministério que tutela o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), em conjunto com o Ministério da Agricultura.

A área de Montalegre foi atingida por pequenas derrocadas de terra "sem colocar quaisquer constrangimentos a pessoas ou bens" e em S.Lourenço, em Montalegre, uma situação similar levou a que pedras e terras danificassem o tronco de maneio de gado.

O mau tempo registou-se em todo o país, mas o norte e centro foram mais afetados, com a lista de ocorrências a juntar cheias e inundações, nomeadamente em Coimbra, corte de estradas e da linha férrea, quedas de árvores e encerramento de barras marítimas, além dos prejuízos na agricultura.

(Foto de arquivo)