"Se o processo for sólido, o processo fala por si", afirmou a magistrada, à margem das Jornadas sobre a Corrupção, que terminaram hoje na Figueira da Foz.

"O Ministério Público não domina o calendário da vida. Há eleições [legislativas] de quatro em quatro anos. E em várias, até, o intervalo das eleições é menor. E os processos têm uma tramitação, essa tramitação natural e isenta dos processos fala por si", reafirmou.


"Temos de ter uma maneira de ir resolvendo o problema porque, na corrupção, pensar que alguma coisa se resolve definitivamente... é melhor deixar essa área. Porque nada se resolve definitivamente", alegou.


"A prevenção é a chave de ignição da repressão. Sem prevenção nunca teremos uma repressão que seja dissuasora", afirmou Maria José Morgado.


"Nós não temos nada que se pareça com isso. Do lado do DIAP temos uma autonomia de mão estendida, neste momento a nossa luta por meios está ao nível do ´toner' [das impressoras] e do papel. Todos os outros patamares nos surgem como uma escada muito dura de subir", argumentou.