O diretor da Scotland Yard afirmou esta terça-feira que a investigação ao desaparecimento da criança Madeleine McCann em 2007, no Algarve, pode ser fechada dentro de poucos meses, se a última pista em investigação não levar a conclusões relevantes.

Bernard Hogan-Howe, que falava à rádio LBC, indicou que a equipa de investigação, que contava 30 pessoas quando o inquérito foi reaberto em 2013, está reduzida a “dois ou três agentes”.

Dedicou-se muito tempo de investigação a este caso terrível”, disse Hogan-Howe, acrescentando que a polícia abandonará o caso “quando for concluída essa [última] linha de investigação”, “a menos que apareça algo novo”.

Madeleine McCann desapareceu do apartamento turístico alugado pelos pais na Aldeia da Luz, no Algarve (sul), em maio de 2007, quando tinha quatro anos.

As autoridades portuguesas arquivaram o caso em 2008, por falta de provas, embora nos anos seguintes dezenas de pessoas tenham contactado a polícia com alegadas novas informações sobre a criança desaparecida.

Algumas dessas informações foram investigadas por detetives privados contratados pelo casal McCann.

A Scotland Yard reabriu a investigação em 2013.