Os Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças de Segurança lamentaram hoje a morte de dois GNR, um na sexta-feira durante a manifestação realizada em Lisboa e outro na madrugada de domingo no incidente de Pinhal Novo.

Em comunicado da Comissão Coordenadora Permanente (CCP), aqueles sindicatos e associações expressam condolências aos familiares do guarda que morreu na sexta-feira, de enfarte do miocárdio, logo após a manifestação das forças de segurança realizada em Lisboa, e aos do que morreu em serviço na madrugada de domingo, atingido a tiro por homem que se barricou num restaurante em Pinhal Novo.

«Mais uma vez fica demonstrado que ser profissional das forças de segurança é combater com grande exigência, grande responsabilidade o crime mais complexo, sofisticado e violento», refere um comunicado do organismo.

E acrescenta: «fica provado que qualquer profissional das forças e serviços de segurança está sujeito a um desfecho como estes que aqui lamentamos».

No documento, a comissão lamenta que «o poder político raramente valorize aquilo que poderia melhorar a resposta dos polícias e reduzir estes desfechos», apelando ao ao poder político «para que olhe para estes profissionais (...) que, por terem uma profissão muito especial, exigem políticas que vão ao encontro das suas necessidades, também elas especiais».

Um homem que esteve barricado cerca de sete horas num restaurante no Pinhal Novo, na madrugada de domingo, matou um militar da GNR e feriu seis pessoas, tendo sido morto numa operação tático-policial às 05:17, informaram as autoridades.