De acordo com o funcionário, o detido ficou «em prisão preventiva, fortemente indiciado por homicídio qualificado».


«As razões são o perigo de fuga, a continuidade da atividade criminosa e o alarme social gerado por este tipo de crime, o que é natural», disse.


«O arguido já decidiu que quer que eu continue a acompanhar este processo, mas eu ainda não decidi», disse a advogada, que preferiu não revelar o seu nome.






o homem, que já assumiu a autoria do crime