Os factos ocorreram cerca das 00:10 de 24 de fevereiro de 2012



"O senhor não poderia ter pensado e agido de forma diferente. Estava a ser acompanhado pela PSP. Esse é o aspeto mais relevante", sustentou.


"E o contexto em que agiu é o de alguém que é motorista, sabe que está incluído numa operação, é acompanhado pela PSP” e a quem lhe foi dito “para seguir sempre o carro anterior sem parar seja qual for a situação", acrescentou.